quinta-feira, 12 de julho de 2007


O corno que sabia demais e
outras aventuras de Zózimo Barbosa
O detetive Zózimo Barbosa é o anti James Bond. Alheio à Guerra Fria ou aos planos mirabolantes de supervilões ensandecidos dispostos a dominar o mundo, este Sam Spade dos trópicos, especializado em investigar a velha e boa infidelidade conjugal, só teme a fúria sanguinária que eventualmente desperta em seus clientes quando lhes dá a fatídica notícia: “Sim, meu senhor, tua mulher está te botando chifres!”.
Algumas vezes, para alívio de Zózimo, o único a correr perigo é seu empregador, de se enfartar!, como se pode ver em O corno que sabia demais, chanchada noir que empresta título ao livro com as sete primeiras aventuras – inispiradas em Nelson Rodrigues - protagonizadas por este canalhíssimo detetive de terceira classe.
O autor Wander Antunes é autor de L´oeiul du Diable, Paradis Distant e Big Bill Est Mort, álbum vencedor do Coup de Coeur no Festival de Chambery 2005, todos publicados na França por Editions Paquet. Atualmente trabalha no segundo álbum de Zózimo Barbosa e em Foxy Cooper, uma homenagem aos clássicos quadrinhos americanos de aventuras.
Os desenhistas do álbum Gustavo Machado, começou nos anos 70, desenhando episódios do Sítio do Pica-Pau Amarelo, para a Rio Gráfica e Editora, atual Editora Globo. Para a Editora Abril desenhou, entre outros, Zé Carioca, de Walt Disney.
Paulo Borges, desenhou Os Trapalhões para a Editora Abril, produziu centenas de páginas dos personagens Disney, como Zé Carioca, Tarzan, Mulan e Hercules.

sexta-feira, 18 de maio de 2007


CÉL!O L!MA & GHANDI...
Mais uma das poesias marginais
desse grande poeta, curtam!!!

(proverbios da terra)
á Mahatma Ghandi

-E MA!S FAC!L ACHAR QUE A V!DA,
SEMPRE E !NJUSTA CONOSCO...
Y NAO VERMOS NOSSA PROPR!A !NJUST!ÇA...

-E MA!S FAC!L M!RARMOS OS ERROS ALHE!OS,
Y NAO DARMOS FE QUE NOSSOS TROPESSOS
FORAM MU!TAS VEZES CR!ADOS POR FALHAS PROPR!AS.

-E MA!S FAC!L MULT!PL!CARMOS ENF!M
A CULPA DOS OUTROS. . .Y ASS!M DESV!AR
ENTAO A ATENÇAO DE NOSSA PROPR!A CULPAL!DADE.

-E MA!S FAC!L FANTAS!ARMOS FUTUROS M!RABULANTES
CASTRANDO O HOJE D!A-A-D!A TORNANDO O PASSADO
COM NOSSA FALTA DE AT!TUDE...

-E MA!S FAC!L AMONTUARMOS EM TULHAS
NOSSA FRAQUEZA, VERGONHAS Y DERROTAS...
SEM NUS DARMOS CONTAS QUE 1 S!MPLES
ATO-PASSO JA FORA 1NOBRE V!TOR!A DENTRO
DOS CONTESTOS DOS MURA!S DA H!STOR!A !!!

-E MA!S FAC!L D!ZER SEMPRE A TODOS
UM DOLOROSO NAO...
DO QUE SABOREAR O DELE!TE DE UM DOCE S!M...

-E MA!S FAC!L RECORRERMOS AS PRECES
QUE ELAS CA!AM DOS CEUS...
DO

sábado, 12 de maio de 2007

Coleção reedita histórias que inspiraram Homem-Aranha 3
A ida de um personagem dos quadrinhos para o cinema tem um efeito bumerangue. O herói sai das páginas da revista direto para a telona. Ganha mídia e repercussão. E lança os olhares de muita gente de volta para os quadrinhos. As editoras capitalizam relançando o que puderem.
Foi o que aconteceu com Homem-Aranha, um dos maiores faturamentos da editora norte-americana Marvel Comics. O terceiro longa-metragem do super-herói, que estreou nesta sexta-feira, levou a editora Panini –que publica o personagem no Brasil- a lançar uma coleção com alguns dos momentos mais marcantes da história do personagem.
A "Coleção O Homem-Aranha – Grandes Desafios" (Panini, R$14,90) chegou às bancas no mesmo dia em que o filme estreava nos cinemas. Não por coincidência, o primeiro número aborda o surgimento de Venom, um dos vilões do longa. "O Ataque de Venom" tem 148 páginas e mostra as primeiras brigas do vilão com o Homem-Aranha, ocorridas entre 1988 e 1990 na revista do herói nos Estados Unidos. No Brasil, as histórias foram publicadas pela Editora Abril.
Venom é uma forma alienígena negra que se mescla ao corpo de um ser humano. Inicialmente, incorporou em Peter Parker, alter-ego do Homem-Aranha, que "usava" o ser como uniforme (abandonou depois que descobriu do se tratava). O vilão passou, então, a se fundir com o ex-fotógrafo Eddie Brock, que nutre um ódio mortal pelo super-herói.
Quem é marinheiro de primeira viagem, não vai ter dificuldade para entender a história. A edição foi pensada para servir de cartão de visitas para o público não iniciado em quadrinhos. Apresenta notas e textos explicativos.
Para quem já leu as histórias, tem agora a oportunidade de ver, numa edição só e no formato original, as primeiras edições feitas por Todd McFarlane. O desenhista ficou conhecido e ganhou renome por causa do trabalho em Homem-Aranha. No começo dos anos 90, abandonou o herói para criar Spawn na Image Comics, editora que organizou com outros artistas

domingo, 25 de março de 2007

POESIA MARGINAL...
"eu tiro onda..."
-ARRUME! 1 NAMORADA NUM PROGRAMADE RELAC!ONAMENTOS DA !NFERNET...COM POUCO MENOS DE 1 MES.NUS DAMOS MU!TO BEM...SE ENCONTRAMOS QUASE Q D!AR!AMENTEOU AS VEZES NOS F!NA!S DE SEMANA...-ELA E 1 NEGRA BON!TA DE CABELOS RASTAFAR!,Q SE FAZ PASSAR POR 1 LOUR!NHA - BOMBR!LDA C!NTURA DE P!LAO Q RES!DE...LOGO AL! NO AFEGAN!STAO.-EU SOU BA!XO ! GORDO Y CARECAQ ME FAÇO PASSAR POR 1 JOGADORDE BASQUETEBOL DE QUAL TAL SELEÇAO?COM 40 CENT!METROS DE MEMBROY MU!TO AMOR NO CORAÇAO...-NOSSA RELAÇAO "ANDA TAL ASTRAL"Q FAREMOS O NO!VADO NA PROX!MA SEMANA.ENQUANTO O Q CASAMENTO ESTARA D!SPOSTOPRA DAQU! PRO MODE 2 MESES A FRENTE...-TEREMOS NOSSA LUA DE MELNUM ENORME S!T!O ZOOLOG!COLONGE MU!TO LONGE, DA WEB CAN...-PROGAMAREMOS NOSSOS F!LHOS...12 MEN!NOS Y 8 MEN!NAS...-PEDRO, JOAO, DRUMMOND,FRANC!SCO,MARCOS, LENNON, DRUMMOND II, LAR!SSA,CLAR!CE, ANA LUZ!A, ANA JUL!A,ANASTAC!A, ANASEMPRE, ANDALUZ, ANALUZ,JOSE, MANE, PEDRO PORTUGAL, BETO PONTUAL, JOAQU!M BRAS!LE!RO, YLU!Z DE ALCANTRAA MACEDO DA S!LVA L!MA Y COQUE!RA!S MARF!M.-NOSSOS F!LHOS CRESCERAO SAo Y FOSSE!SCOM A JANELA DA ALMA ABERTAPARA A H!POCR!S!A Q NUS RODE!AY NUS V!S!TA TODO O D!A, ESSA PREGR!SSANOBRE DE MESQU!NHEZ SOL!TAR!A TARD!A,-NOS CONT!NUAREMOS A TRANSARGOSTOZO ESSE SEXO V!RTUAL MARAV!LHOSOTAO L!VRE DE CALOR, A!DET!CO OU S!F!L!T!COARDOR DO ORGASMO PUR!TANO.Y COM A NOSSA MORAL DE H!STOR!ASEM TERMOS H!STOR!A DE MORAL ENVAO...-CADA 1 Q ENCONTRE AQU!OU EM S! A SUA PROPR!A RAZAO...Y Q NAO OUSE ...A ONDA ME T!RAR !!!-
POETA-MATUTO-MARG!NAL !!!!!!!!XXIII-X-MMVI
Célio Pinto Braúlio do Pênis Jr

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

ORG.: danielevrson@yahoo.com.br
Edição nº XI - Bezerros - PE
"A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso,
precisa apagar o caso escrito" (Machado de Assis)
O Tumor Nosso de Cada Dia
(Parte II)
O tédio meu filho...
É casar-se com a mulher
Que passa as quatro fazes
da Lua de "TPM".
É o filho burro
que não soma 2+2
O tédio é o cancer na próstata,
é a pedra nos rins,
é a cueca apertada,
um chocolate no fim...
"a que não monta nem sai de cima".
O tédio é uma segueira,
uma puta carnificina,
que te arrebenta as orelhas,
que te apaga as retinas!
(D. everson) 24.01.2007

VEM AII!!!!
BEZERROS ROCK FEST!!!!


É isso aí minha gente, o projeto já está quase pronto e será encaminhado para os patrocinadores, a organização fica por conta do nosso camarada "Neguinho Dutra", locutor da rádio Nova FM! Essa logo aí do lado feita por mim a pedido do mesmo talvez faça parte do folden do evento! Vamos todos dar uma força e ajudar no que for possível!!!
Algumas Bandas já estão confirmadas ... em breve estarei postando maiores informações!!!


PREMIANDO FANZINES...


Um prêmio específico para fanzineiros. Essa é a idéia do 1º Troféu Alfaiataria de Fanzines, criado pelos organizadores do site "Pop Balões" (que completou um ano recentemente). A entrega está programada para o dia 22 de junho, em São Paulo.

Esta primeira edição do prêmio vai aceitar trabalhos produzidos entre 1º de janeiro de 2005 e 31 de dezembro de 2006. As inscrições são pelo correio e podem ser feitas até 30 de março. Há a necessidade de enviar três exemplares.

Ao todo, são oito categorias: desenhista, roteirista, editor, história, fanzine de quadrinhos, fanzine sobre quadrinhos e revista independente. A oitava categoria vai premiar quadrinhos feitos para a internet (nesse caso, a inscrição é por e-mail).

O prêmio pode dar mais visibilidade aos fanzines produzidos no país. Por serem produzidos de forma independente e distribuídos quase de mão em mão, os exemplares têm pouca difusão.